Ah, fala sério... não custa nada ter um pouco de criatividade e bom gosto na hora de se vestir. Se não tiver nenhuma das duas coisas, vale lembrar que ninguém peca pela simplicidade. Todo santo dia sou obrigado a encontrar pessoas sem noção, prontas para apresentar uma de suas façanhas. Na balada, no shopping ou na faculdade, por exemplo, a mania entre as mulheres é aquelas maxi-bolsas laminadas de tamanha desproporção que mais parece um portfólio de cartunista. Os homens? Vixi... tem alguns deles que ainda usam a tal pochete, "aquela bolsinha pendurada na cintura". Má vá... e eu que pensava que pochete era coisa do passado. Bom, se a carapuça serviu, não adianta levantar o queixo e franzir a testa. Eu não tenho medo de cara feia. Tenho medo é de mau gosto!
Alberto Magni, da AR Produções, promete mais um sucesso de bilheteria na Cidade. Tô falando do show de Victor & Leo que acontece logo mais à noite, no estacionamento da UMC. Vai bombar!
A cobra fumou! Na semana passada outro marmanjo fez um tremendo barraco numa balada aqui da Cidade. O motivo foi o de sempre, a "disgramada" da Cátia, a "catiaça", ou cachaça, se preferir. Ser baladeiro é ser responsável o bastante para curtir a noite com respeito a si próprio, preservando a sua vida antes do uso de drogas e bebidas alcoólicas. É claro que ninguém vai para a balada só para dançar, como não vai só para beijar, mas que nunca seja só para beber, sacou?
Lelo Melo já está envolvido na organização de sua próxima "Feijoada do Lelo". O evento, que só acontece em agosto, já causa frisson entre os descolados da Cidade. Vamos aguardar!