O suplemento especial de 48 páginas que circula encartado à edição de hoje deste jornal é um diagnóstico feito por especialistas sobre como deverá ser Mogi das Cruzes daqui a 50 anos, quando estiver comemorando 500 anos de história. Trata-se de um documento feito através do olhar de pessoas que analisaram Mogi sob o ponto de vista exclusivamente técnico. É a visão de um grupo formado, em sua maioria, por especialistas cujos comentários se basearam fundamentalmente em estudos aprofundados e no cruzamento de dados e estatísticas que permitiram traçar um panorama, o mais isento e real possível, sobre o que virá por aí no próximo meio século e como poderá ser a Mogi de nossos filhos e netos, meio milênio após sua fundação. As opiniões de pessoas que acompanham o desenvolvimento mogiano a uma certa distância, mas sem perderem o contato com a Cidade, possibilitaram ao jornal traçar um diagnóstico do futuro que não tem a pretensão de ser definitivo, mas de chamar atenção para questões primordiais, como urbanismo e meio ambiente, patrimônio histórico e inclusão digital, entre outros temas recorrentes. Ao tentar idealizar a Mogi dos 500 anos, este jornal busca ampliar o debate sobre os melhores caminhos para que a Cidade chegue em 2060 com a identidade preservada e agregando ao seu dia a dia outras boas iniciativas que preservem ou até ampliem a qualidade de vida aqui existente. Conforme os ensinamentos do arquiteto Flávio Villaça, se integrando à metrópole, mas sem ser por ela engolida.