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Sábado, 1 de Novembro de 2014

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POLÍCIA

Servente põe fogo em casa após discussão



No final da tarde de ontem (30), o delegado Rubens José Ângelo e o escrivão Maurício Côrrea, de plantão no Distrito Central, concluíram o Boletim de Ocorrência de nº 5704, sobre incêndido provocado, às 13h20, pelo servente de pedreiro Jerry Adriane Pereira, de 38 anos. De acordo com o que apurou o cabo Cabral, da 1ª Cia, do 17º BPM/M, Jerry resolveu atear fogo na residência, na Rua  Neusa Maria Oliveira Dias, 88, no Jardim Camila, depois de discutir com a sua mulher, a atendente de telemarketing Rita de Cássia Ribeiro Carvalho, de 32 anos. Ela formalizou, ontem, uma queixa na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), e informou que vive com Jerry há 8 anos, mas é uma pessoa “conturbada e possui o comportamento alterado, vindo a se tornar violento”.

Ela explicou às policiais que “fui ofendida por Jerry”, porém apesar de comunicada sobre os seus direitos legais, Rita de Cássia não quis representar, pelo menos ontem, contra o seu companheiro e nem pediu medida protetiva.

Os bombeiros em meio à aflição dos vizinhos conseguiram debelar as chamas. Eles, no entanto, não impediram a destruição de móveis e outros objetos da família. Uma edícula, localizada nos fundos, também foi incendiada. Apesar dos estragos, não houve feridos. O servente Jerry ficou nervoso e depois de contido pela PM, foi internado no Hospital Luzia de Pinho Melo. 

O irmão dele, João Batista Pereira, de 40 anos, lamentou o prejuízo. “Eu tinha aqui, na casa de minha mãe, vários computadores para fazer negócio, mas, agora, infelizmente, perdi tudo”.

João ainda disse que a mãe Sebastiana é doente e em razão do incêndio foi abrigada na casa de outro irmão.

O incêndio em princípio criminoso deve ser esclarecido com detalhes em inquérito policial. “Se ficar comprovado que Jerry tem problemas psicológicos, ele não será responsabilizado, pois não precisará de cadeia, mas sim, de tratamento com urgência”, concluiu o escrivão Maurício. (Laércio Ribeiro)

Polícia caça mais um assassino



O delegado Alexandre Batalha, titular  do  3º Distrito Policial, em César de Souza, e a sua equipe de policiais procuram pelo bandido Israel Xavier Candear, mais conhecido como “Quinha” ou “Macarrão”. Ele foi apontado durante as investigações como o criminoso que incentivou  Deivis Willian da Silva, o “Bebe”, e Demerson Andrade de Carvalho, o “Pupu”, a executar a tiros, após assalto, o soldado PM Rodrigo de Lucca Fonseca, da Força Tática, do 17º BPM/M.

Os autores do latrocínio (roubo seguido de morte) já estão na cadeia, assim como  o comparsa  Antônio Monteiro da Silva Neto, o “Toninho” ou “Jagunço”. De acordo com o inquérito, este  marginal ajudou Deivis a empurrar em um córrego o carro ocupado pelo policial, além de guardar o revólver usado no crime. A pedido do delegado Alexandre Batalha, os três já tiveram a prisão preventiva decretada pela Justiça e foram denunciados pelo Ministério Pùblico.

O soldado De Lucca, de 28 anos, foi rendido em junho último ao chegar em sua residência, na região central de Mogi. (Laércio Ribeiro)

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